• O Violoncelo

    Chorai arcadas
    Do violoncelo!
    Convulsionadas, Pontes aladas
    De pesadelo…
    De que esvoaçam,
    Brancos, os arcos…
    Por baixo passam,
    Se despedaçam,
    No rio, os barcos.
    Fundas, soluçam
    Caudais de choro…
    Que ruínas, (ouçam)!
    Se se debruçam,
    Que sorvedouro!…
    Trêmulos astros,
    Soidões lacustres…
    Lemes e mastros…
    E os alabastros

    Dos balaústres!
    Urnas quebradas!
    Blocos de gelo…
    Chorai arcadas,
    Despedaçadas,
    Do violoncelo.

    Camilo Pessanha, in ‘Clepsidra’

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0004 – The Wildest! – Louis Prima

A alegria de um Louis Armstrong, com um timbre de um L(o)uis Melodia.

Muito bom.

0004 – The Wildest! Louis Prima

aqui: http://nobrasil.org/0004-louis-prima-the-wildest/

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Uma resposta

  1. Te contei do dia em que eu tinha que falar para umas não sei quantas pessoas sobre o sistema nervoso central e periférico? Não? Público alvo: alunos da faculdade, convite especial de um professor que eu muito admiro, a diferença é que, como sempre, deixei tudo para a última hora… eles fez slides sobre a matéria e me perguntou se eu gostaria de colocar algum texto neles, (naquele tempo não existia data…) achei desnecessário; e aconteceu… fiquei alguns segundos (horas?) olhando para aqueles slides que eram trocados, uns após outros, e eu, com a sensação de tb os estava vendo pela primeira vez… Poderiam ser de qualquer coisa, as dunas maranhenses, as pegadas de um animal selvagem, o fundo do mar, enfim. Mal estar geral… Deu tempo ainda de pensar: quem são essas pessoas, o que elas estão esperando de mim…
    Me virei para elas, ainda tremendo, fiz uma piadinha do tipo: isso é o cérebro humano… capaz de nos pregar tantas peças… e timidamente comecei a falar até retomar o controle da situação… O importante, filho, é retomar. Saí de lá com a certeza de que sempre podemos fazer melhor. Esse melhor está dentro de você. Aposto a minha vida nisso.

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